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  • quinta-feira, 8 de outubro de 2015

    Piloto é preso mais uma vez com seu helicóptero PR-HDA, em Minas Gerais

    prhda

    Parece brincadeira, mas não é. Mais uma vez o Piloto Felipe Ramos foi preso com a mesma aeronave, PR-HDA, só que agora em Minas Gerais. A prisão ocorreu no sábado (04/05), pouco mais de 2 meses após de ter sido apreendida em Santa Fé do Sul, interior de São Paulo.
    O piloto foi preso depois de pousar o helicóptero na Praça Central do Brasil, em Curvelo, Região Central de Minas Gerais. No local acontecia um evento de motociclistas – 16º Curvelo Motoshow. Felipe Ramos Morais estava com a habilitação para pilotar vencida desde 2009 e a aeronave tinha sido apreendido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em fevereiro deste ano.
    Morais já estava sendo procurado pela Anac depois que retirou irregularmente a aeronave, prefixo PR-HDA, de um pátio em Santa Fé do Sul, em São Paulo. “Ele teria pedido a funcionários para pegar alguns objetos dentro do helicóptero e, quando entrou, ligou a aeronave e fugiu. Algumas pessoas tentaram correr para impedir, mas não conseguiram”, explica o delegado regional de Paracatu, André Pelli. A aeronave estava retida pela Anac desde 24 de fevereiro por estar com a inspeção anual de manutenção vencida e o Certificado de Aeronavagabilidade cancelado.
    Após a fuga, a Anac enviou um documento para o delegado informando que o suspeito poderia ir para a cidade participar da Motoshow que aconteceu no último sábado. “Ficamos monitorando o aeroporto e, quando assustamos, ele pousou em um espaço na praça”, conta André Pelli. Policiais militares, que já haviam sido informados sobre as investigações, conseguiram fazer a prisão. “O homem estava oferecendo voos panorâmicos para os participantes”, explica o delegado.
    Na delegacia, Morais informou que saiu de Sete Lagoas e foi até Paracatu. Também confessou que sabia da documentação atrasada e que estava providenciando a renovação. O piloto foi encaminhado para o presídio da cidade. “Ele entrou com um pedido de fiança e a juíza arbitrou em R$ 50 mil. Porém, até hoje, não pagou”, diz Pelli. O piloto foi autuado em flagrante pela prática do crime previsto no Art. 261 do Código Penal (Atentando contra a segurança de transporte marítimo, fluvial ou aéreo).
    Fonte:  Jornal Estado de Minas

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